Sobre a Revista
A Revista Observatório ABDI (ISSN 3086-4437) é o periódico científico vinculado à Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e à Associação Brasileira de Economia Industrial e Inovação (ABEIN). Criada para fortalecer a produção acadêmica em Economia Industrial, Inovação e Desenvolvimento Produtivo, a revista publica pesquisas teóricas, empíricas e aplicadas, bem como estudos interdisciplinares relacionados à estrutura produtiva, tecnologia e políticas industriais.
Fiel à tradição intelectual que orienta a ABDI e a ABEIN, a Revista Observatório ABDI adota uma perspectiva pluralista e aberta às diversas correntes analíticas que compõem o campo da Economia Industrial e da Economia da Inovação. As decisões editoriais baseiam-se exclusivamente em critérios de rigor metodológico, relevância científica e contribuição ao debate contemporâneo sobre indústria e desenvolvimento.
Os trabalhos submetidos passam por avaliação em regime de double blind review, conduzida por pareceristas ad hoc selecionados entre os membros do Comitê Editorial ou especialistas reconhecidos nas áreas temáticas da revista.
A Revista Observatório ABDI a publica três números regulares por ano, operando em regime de acesso aberto e gratuito. Todos os volumes são disponibilizados em formato digital neste site e em repositórios e diretórios internacionais de acesso aberto, reforçando o compromisso institucional com a democratização do conhecimento científico.
Os artigos publicados são indexados e disseminados em bases nacionais e internacionais de referência, visando ampliar sua visibilidade, impacto e circulação entre pesquisadores, formuladores de políticas e profissionais ligados ao ecossistema industrial.
Edição Atual
A edição inaugural da Revista Observatório ABDI apresenta um dossiê dedicado à Missão 5 da Nova Indústria Brasil, articulando transformações industriais no contexto da transição energética. Os artigos reunidos examinam dimensões centrais dessa agenda, como a coordenação de políticas industriais, a base tecnológica em energias renováveis, a estrutura produtiva da indústria verde, a inserção internacional do Brasil e as oportunidades de upgrading tecnológico. Em conjunto, a edição sustenta que a transição energética somente poderá se converter em vetor efetivo de desenvolvimento quando acompanhada por coordenação estatal, fortalecimento de capacidades tecnológicas e transformação estrutural da economia brasileira.